Escrita pelo autor mineiro Victor Louis Stutz, o musical infantil O FANTASMA DA MÁSCARA, é uma adaptação livre do clássico “O Fantasma da Ópera”, do francês Gaston Louis Alfred Leroux (1868 – 1927).

 

Nesta versão bem brasileira do musical mais famoso do mundo, uma charmosa cantora chamada Belinha recebe de presente de aniversário uma gaiola e um livro que pertenceram a um misterioso maestro. Durante sua festa, as luzes se apagam e a jovem desaparece. Em seguida, uma série de pistas desafia o público a descobrir o paradeiro da cantora sequestrada e revelar a identidade secreta de "O Fantasma da Máscara".
A trama, do início ao fim, reserva muitas surpresas para os espectadores.

A trilha musical, que inclusive virou CD, reforça o clima de aventura e suspense de “O Fantasma da Máscara” e foi especialmente composta por Charles Dalla, com a criação do letrista Walter Junior.

Inspirados em obras do cineasta americano Tim Burton, os figurinos são de Livia Schurr e Pedro Bosnich.

Para estimular ainda mais a imaginação das crianças, o espetáculo utiliza o recurso da projeção de cenários digitais criados pelo ilustrador Osiris Junior com desenho de luz de Laura Figueiredo.

A direção é de Rosi Campos, que, entre diversos trabalhos no teatro, cinema e televisão, deu vida à inesquecível Bruxa Morgana do "Castelo Rá Tim Bum".

As coreografias são de Jarbas Homem de Mello, que também é jurado do programa “Se ela dança, eu danço” no SBT.

Conforme a "Veja São Paulo", o espetáculo esteve entre as 5 melhores peças infantis em cartaz durante sua temporada paulista. O encarte "Guia da Folha" também recomendou o musical ao seus leitores. Dib Carneiro Neto, crítico especializado, destacou em uma de suas publicações: "Um musical de rara inspiração".

O ator e produtor executivo Pedro Bosnich adianta: "O espetáculo conta com a participação de importantes nomes do cenário artístico e cultural atual. Unimos este time para realizar um espetáculo de alto nível, inteligente e divertido, acessível para toda a família e, principalmente, mágico para as crianças".

"Aceitei o convite para dirigir O Fantasma da Máscara com grande prazer pois vi a possibilidade de montar não um infantil a mais, mas sim um espetáculo que unisse o lúdico, a magia e a comédia de outros tempos com os recursos tecnológicos dos dias de hoje, usando e abusando de projeções, cores, formas e música... Muita música! Contando com um elenco super preparado e profissional." - conclui Rosi Campos.


No elenco: Beto Marden, Lissah Martins, Pedro Bosnich, Naíma, Alexandre Pessôa e Cristina Cândido.

O espetáculo recebeu 6 indicações ao Prémio Coca-Cola FEMSA 2011:

- MELHOR ATOR: BETO MARDEN
- MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: NAÍMA E CRISTINA CÂNDIDO
- MELHOR ILUMINAÇÃO: LAURA FIGUEIREDO
- MELHOR DIREÇÃO: ROSI CAMPOS
- MELHOR PRODUÇÃO: BM PRODUÇÕES

 
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Baseado na estética dos quadrinhos na ambientação, conteúdo e intenções do espetáculo, HQB é um musical de entretenimento e informação, com conteúdo especialmente pedagógico, que estimula a imaginação e a fantasia da criança.

Através de um divertido texto e músicas contagiantes, a peça aborda de forma lúdica diversos conceitos de Educação Artística, além de aprendizados como respeito e cordialidade, trabalho em equipe e onomatopéias.

 

Co-escrito e dirigido por Beto Marden, que também dá vida ao personagem que leva seu nome, HQB é uma fábrica de gibis, comandada por ele, que interpreta um alegre e divertido desbravador de histórias em quadrinhos. Lá também trabalham Hagá (Pedro Bosnich), um escritor vaidoso e pontual, e sua parceira de contos, a desenhista encrenqueira Que (Rejani Humphreys).

Em um momento muito especial, Beto tem um encontro com a maravilhosa Inspiração (Fabíola Ribeiro). Ela explica que, para trazer as “Primas” – alusão às cores primárias – de volta era preciso antes resgatar a união entre a equipe HQB e a importância de cada um, pois alguns valores estavam perdidos, assim como as Primas.

Para isso, Beto tem a idéia de convidar seus amigos para juntos vivenciarem uma verdadeira aventura dentro do mundo dos gibis. Assim eles apagariam a Escuridão e a HQB voltaria a funcionar perfeitamente, com muita vida e cor.

Em cartaz desde março de 2008 e depois ser visto por mais de dez mil pessoas em São Paulo, o espetáculo está em turnê pelo Brasil. A idéia original e o texto são de Beto Marden e Vivian Perl, com direção cênica de Flavio de Souza e direção musical de Eduardo Capello.

Através de um ciclorama, um tela branca gigante, imagens com ilustrações de gibis, criadas por Osíris Junior, ganham vida como nos quadrinhos. Para ambientar a "fábrica de gibis", elementos como andaimes, escadas e baldes constituem o cenário.
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Com texto de Lina Loback e direção, produção e figurinos de Frederico Reder, o musical infantil CONTAROLANDO conta a história de quatro palhaços da companhia Piui, uma trupe de teatro mambembe que se prepara para uma viagem pelo Brasil com a missão de divulgar a rica cultura nacional.

Neste mundo mágico, Beto Marden interpretou o galã Arquibaldo, que se encontra com seus colegas em uma estação de trem para dar início à grande viagem.

 
Mas ao checarem seus pertences, eles logo descobrem que esqueceram a "mala da companhia", a quinta mala, uma mala mágica que contém os textos de suas histórias e as partituras de suas canções. Assustados e com medo de perderem o trem, só lhes resta uma solução: buscar na memória as cenas que compõem o espetáculo. O musical resgata as cirandas folclóricas e tem músicas inéditas compostas por Roberto Burgüel e Rafael Garcia.
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Este clássico escrito por Lyman Frank Baum e consagrado no filme estrelado por Judy Garland conta a história de Dorothy, uma garota que, acompanhada do cachorro Totó, deixa o sítio onde mora com os tios e viaja até o mundo de OZ. Lá conhece personagens que exaltam qualidades como coragem (Leão), amor (Homem de Lata) e inteligência (Espantalho), além da Bruxa Má, que tenta impedir que ela volte para casa.

 

Após muitas andanças por caminhos de tijolos amarelos e um inesperado encontro com o Mágico de OZ, a pequena e humilde garotinha conclui que não existe melhor lugar do que sua própria casa.

Depois de um longo período de sucesso no Brasil, Billy Bond, diretor e produtor do espetáculo, adaptou e levou EL MAGO DE OZ (O MÁGICO DE OZ), em espanhol, para os palcos do Chile. Nesta nova montagem estava Beto Marden, que deu vida ao Espantalho (Espantapajaros) sem cérebro e interpretava a música "Yo seria explicativo".

Como protagonista, Billy contou com a participação da estrela chilena Maria José Quintanilla, a artista que mais vendeu CDs na história daquele país. No último mês em cartaz, a personagem foi substituída pela atriz e apresentadora chilena Millaray Viera.

O espetáculo, que tinha mais de 40 artistas no elenco, direção musical de Rafael Rihini, direção de orquestra feita por Willy Verdaguer, coreografias do argentino Hugo Gomez, supervisão e direção de cena de Roseli Fioreli, ficou em cartaz em Santiago e viajou pelas cidades de Viña del Mar e Coquimbo.

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Adaptação da animação homônima da Disney, o musical A BELA E A FERA é baseado no libreto de Linda Woolverton, tem músicas compostas por Alan Mencken e letras de Howard Ashman e Tim Rice.

Tony Award, Oliver Award, American Theater Wing Design Award, Dora Award, Image Award, Ovation Award e Jefferson Award são alguns dos diversos prêmios que a montagem deste musical já recebeu.

 

Produzido pela Disney Theatrical Productions, com direção geral de Robert Jess Roth e coreografia de Matt West, ambos da equipe original desde a sua criação, o espetáculo veio ao Brasil através da empresa de entretenimento Time For Fun (CIE), tendo Jorge Takla como diretor da área de teatro naquele momento.

Em São Paulo, com Beto Marden no papel de Le Fou, o espetáculo esteve em cartaz no Teatro Abril e contava mais de 150 profissionais diretamente envolvidos com a superprodução. No elenco, 40 artistas entre atores, cantores e bailarinos deram vida à versão brasileira do texto falado e cantado, feita por Claudio Botelho. A direção residente era de Tânia Nardini e a orquestra era regida pelo maestro Miguel Briamonte.

O musical versa sobre a história de um preconceituoso príncipe que se nega a aceitar uma rosa de presente de uma velha e feia mendiga. Ela então se revela uma feiticeira disfarçada, o transforma em uma horrenda fera e os habitantes de seu castelo, em objetos. A única forma de o príncipe quebrar o encantamento é conseguindo expressar seu amor e conquistando o coração de alguém. Seu prazo é simbolizado pela rosa mágica e dura até a queda de sua última pétala.

Longe de onde o príncipe se trancou com vergonha de sua aparência, vive Bela, prometida de Gaston. Decidida e corajosa, a delicada jovem parte em busca de seu pai, que se perdeu na floresta que circunda o castelo e foi preso. Logo, a relação entre a Bela e a Fera passa de hostil a um doce carinho. Mas para concretizarem o amor, terão de enfrentar todas as armações do egocêntrico Gaston (Daniel Boaventura) e de seu fiel amigo Le Fou (Beto Marden).

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Depois do sucesso na década de 80 e 90, BLUE JEANS, o consagrado musical de Wolf Maya, ganhou sua terceira versão.

Com texto de Zeno Wilde e Wanderley Bragança, o espetáculo retratava o submundo dos garotos de programa depois do misterioso assassinato de um cliente. Cenas de sexo e violência se alternavam com números musicais interpretados por um elenco de 20 homens.

 
Esta versão foi definida pelo próprio diretor como "a mais interativa", pois Wolf pôde adaptá-la ao teatro, que foi inaugurado juntamente com seu espaço dedicado à formação de atores em São Paulo. Entre as novidades da nova montagem, o "Rap da Carmem", de Eduardo Dussek, era interpretado por Beto Marden enquanto executava um "vôo panorâmico" sobre a platéia.
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Um popstar (o Cara) e um cambista (o Rato) enfrentam-se pelo amor de uma garota (a Bela). Assim pode ser sintetizado o conflito central de CAMBAIO, escrito por Adriana Falcão e João Falcão. Um espetáculo essencialmente brasileiro, que apresentou músicas inéditas de Chico Buarque e Edu Lobo.

Na direção artística, João Falcão contou com a assistência de Tânia Nardini, que também foi a preparadora corporal. O processo envolvia nove horas diárias de laboratório, ensaios e aulas de condicionamento físico, dança, sapateado e acrobacia.

A direção musical ficou a cargo do cantor e compositor Lenine. Com músicas tocadas ao vivo pelo elenco de 18 artistas, Cambaio estreou em São Paulo no Sesc Vila Mariana e saiu em turnê por Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

A comunicação e divulgação do espetáculo seguiam a estética criada pelos traços do artista João Carlos Lollo, que também ilustrou a capa do CD original de Chico Buarque e Edu Lobo.

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